12/06/2009 07h00
Rio de Janeiro tem primeiro eletroposto do Brasil
http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2009/06/12/04023366E0814346.jhtm
JC Domingos
A Educação não é a redenção do mundo, mas leva em si a potência para reinventá-lo.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Poema de sexta
Em falta, no maio, que falta faz.
Por isso resolvi tornar público o
Poema de seis, em junho, Virtual Claro:
Virtual claro, real pálido,
voo nas nuvens em umidade útil,
flacidez inculta, aridez Cult.
Já não chovo pros outros verem,
passo sem passar protetor,
o sol não queima, nem acaricia,
amaciantes efeitos, deixa mole.
O fundo não mais preocupa,
em vias de nos tornar largos,
grandes e rasos. Prendo o medo.
Soltar o berro um tanto,
pouca tolerância ao grito,
abafo preferir a sorte, acomode-se.
A natureza generosa e eu, ingrato,
o esforço caro e eu, barato.
Não se preocupe, cale-se,
distintivo da fala, que grunha,
ganhe mundo mais tátil.
Terreno umbílico, intento fálico,
bizarramente gótico, originalmente fútil.
Evolução quimérica.
Banal violar é prazer estúpido,
caio vivo, vivo estou caído, me caio,
me vivo, me violento.
Não torno a dizer o que sofre, sôfrego
instante de primazia, nem tanto.
JC/
Por isso resolvi tornar público o
Poema de seis, em junho, Virtual Claro:
Virtual claro, real pálido,
voo nas nuvens em umidade útil,
flacidez inculta, aridez Cult.
Já não chovo pros outros verem,
passo sem passar protetor,
o sol não queima, nem acaricia,
amaciantes efeitos, deixa mole.
O fundo não mais preocupa,
em vias de nos tornar largos,
grandes e rasos. Prendo o medo.
Soltar o berro um tanto,
pouca tolerância ao grito,
abafo preferir a sorte, acomode-se.
A natureza generosa e eu, ingrato,
o esforço caro e eu, barato.
Não se preocupe, cale-se,
distintivo da fala, que grunha,
ganhe mundo mais tátil.
Terreno umbílico, intento fálico,
bizarramente gótico, originalmente fútil.
Evolução quimérica.
Banal violar é prazer estúpido,
caio vivo, vivo estou caído, me caio,
me vivo, me violento.
Não torno a dizer o que sofre, sôfrego
instante de primazia, nem tanto.
JC/
quarta-feira, 22 de abril de 2009
O sol ficou de banda, óleo vazou na baía, a chuva intensa
sempre traz desabono a Salvador. A superlotação dos hospitais
faz com que nossas grávidas tenham que parir em casa.
Descaso do poder público ou tá na hora das mulheres junto à sociedade repensarem a reprodução?
confiram os "bagaços" nessa Bahia de môdesu:
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=temporal-causa-estragos-neste-fim-de-semana-em-salvador-04023664E4A10346/user=1575mnadmj5c/date=2009-04-20&&list/type=tags/tags=2768/edFilter=all
sempre traz desabono a Salvador. A superlotação dos hospitais
faz com que nossas grávidas tenham que parir em casa.
Descaso do poder público ou tá na hora das mulheres junto à sociedade repensarem a reprodução?
confiram os "bagaços" nessa Bahia de môdesu:
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=temporal-causa-estragos-neste-fim-de-semana-em-salvador-04023664E4A10346/user=1575mnadmj5c/date=2009-04-20&&list/type=tags/tags=2768/edFilter=all
sábado, 4 de abril de 2009
Vizinho livre

A uma nova amizade de janela,
eu que nem sabia se era bom vizinho,
sequer tinha certeza se o liberto queria amizade.
O certo é que ele passou a visitar a beirada de minha janela,
sem me dizer muita coisa, sem qualquer licença, sem papo.
Eu, sim, puxava conversa, ao que ela se limitava a responder
com monossílabos: Já te vi, bem-te-vi...
Não tinha mais dúvidas, como se sentia a vontade, ficou sem
cerimônias e se instalou na vizinhança com ninho e tudo,
apresentou sua companheira e deu-me a entender, ainda que não fosse
pra sempre, estar de construção e mudança pra beirada de minha janela.
Somos tão diferentes: eu pago IPTU, comunico por interfone e assumo
compromissos condominiais. Ela tem a reserva de mata atlântica pra
passarinhar, não faz a menor idéia do que seja crise, nem liga se o gavião
está no topo da cadeia alimentar.
A dupla não para de trabalhar pra arrumar sua casa de 20/20 cm,
tão simétrica, quanto engenhosa a moradia das aves de peito amarelo,
devem ser patriotas, presumo, pois elas se recusam ao diálogo, resumem-se
a uma boa vizinhança, desconfiadas, mas sem receios aparentes, pois
permanecem na sua rotina sob a minha presença.
Praticamente não percebo liderança de uma delas, são solidárias nos
afazeres, percebo que a de plumagem brilhante é mais atrevida,
fica me observando e dá sinais de que me analisa, rastreia minhas intenções,
instinto de ave, e a qualquer sinal mais brusco, o voo... liberdade plena.
O homem não admira os pássaros, há uma inveja irresolvível, que embora
voemos, não temos asas, nosso maior espaço livre ainda é a imaginação,
e imaginar tem lá suas dificuldades e limites, não é coisa das aves.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Ar
Desaprendo a cada dia o que é importante,
talvez ao que sou mais impotente guarde uma
relação direta e proporcional com o que é mais importante;
talvez o que respiramos não seja importante,
mais uma inspirada aí, senão...
e o que não respiramos não existe.
23/03/2009 20h10 - Por: UOL Notícias
Poluição do ar mata dois milhões de pessoas por ano
Quase a metade da população mundial vive em grandes cidades. O crescimento das metrópoles gera níveis de poluição que causam a morte prematura de mais de dois milhões de pessoas todo ano, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, o lema do Dia Meteorológico Mundial, celebrado nesta segunda-feira (23), é "O tempo, o clima e o ar que respiramos". Segundo especialistas, a qualidade do ar que respiramos é decisiva para a saúde, mas também para questões tão importantes como o clima, os cultivos, os desastres naturais ou a mudança climática.
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=poluicao-do-ar-mata-dois-milhoes-de-pessoas-por-ano-0402396AE4B18326/user=1575mnadmj5c/date=2009-03-23&&list/type=all/edFilter=all/sort=mostRecent
talvez ao que sou mais impotente guarde uma
relação direta e proporcional com o que é mais importante;
talvez o que respiramos não seja importante,
mais uma inspirada aí, senão...
e o que não respiramos não existe.
23/03/2009 20h10 - Por: UOL Notícias
Poluição do ar mata dois milhões de pessoas por ano
Quase a metade da população mundial vive em grandes cidades. O crescimento das metrópoles gera níveis de poluição que causam a morte prematura de mais de dois milhões de pessoas todo ano, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, o lema do Dia Meteorológico Mundial, celebrado nesta segunda-feira (23), é "O tempo, o clima e o ar que respiramos". Segundo especialistas, a qualidade do ar que respiramos é decisiva para a saúde, mas também para questões tão importantes como o clima, os cultivos, os desastres naturais ou a mudança climática.
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=poluicao-do-ar-mata-dois-milhoes-de-pessoas-por-ano-0402396AE4B18326/user=1575mnadmj5c/date=2009-03-23&&list/type=all/edFilter=all/sort=mostRecent
sexta-feira, 13 de março de 2009
Perambulantes
- Ói nois no tubo, mainha.
Perambulantes-2008 foi um dos curtas produzidos a partir de uma oficina de formação cineclubista e produção de documentários. Iniciativa do Sindireceita, coordenada pela querida Gleciara Ramos, marco de fundação do Cineclube Roberto Pires, em outubro.
A 'fita' é um ensaio e imersão no micromundo do Centro Histórico de Salvador, contrapondo uma visão glamourizante de que há uma herança e memória, testemunhamos um tecido social desgastado, e o que seria um dos maiores complexos arquitetônicos em estilo colonial barroco do mundo, encontra-se em acentuado processo de decadência e abandono. As iniciativas públicas são reticentes, pendulares e, não raro, ineficazes. O que é próprio do privado somente lhe apraz, se for lucrativo, e que se passe por cima de memória, história, cultura, de gente... meu deus.
O curta é parte integrante do portfólio temático: Territórios em recorte.
Oxalá nos proteja.
JC/
http://www.youtube.com/watch?v=0fBR1HWYicQ
Perambulantes-2008 foi um dos curtas produzidos a partir de uma oficina de formação cineclubista e produção de documentários. Iniciativa do Sindireceita, coordenada pela querida Gleciara Ramos, marco de fundação do Cineclube Roberto Pires, em outubro.
A 'fita' é um ensaio e imersão no micromundo do Centro Histórico de Salvador, contrapondo uma visão glamourizante de que há uma herança e memória, testemunhamos um tecido social desgastado, e o que seria um dos maiores complexos arquitetônicos em estilo colonial barroco do mundo, encontra-se em acentuado processo de decadência e abandono. As iniciativas públicas são reticentes, pendulares e, não raro, ineficazes. O que é próprio do privado somente lhe apraz, se for lucrativo, e que se passe por cima de memória, história, cultura, de gente... meu deus.
O curta é parte integrante do portfólio temático: Territórios em recorte.
Oxalá nos proteja.
JC/
http://www.youtube.com/watch?v=0fBR1HWYicQ
segunda-feira, 9 de março de 2009
História sem futuro
Metade dos casarões do centro histórico de Salvador está em ruínas. Mais informações em UOL Notícias
http://noticias.uol.com.br
Triste Bahia...
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Triste Bahia...
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